Pada tahun ketika satu-satunya wali yang dimilikinya wafat, Mo Qinghan yang berusia tiga belas tahun bertemu dengan He Zheyu yang kala itu menggunakan nama samaran Sanye. Sejak saat itu, benih keberad
Mo Qinghan estava parada diante da porta da suíte presidencial, sentindo que o cartão do quarto em sua mão já quase se desfazia sob o suor que escorria de seus dedos. Após inúmeras batalhas em sua mente entre “entrar” e “não entrar”, por fim, “entrar” saiu vitorioso.
Abriu a porta lentamente. Inspirou profundamente e soltou o ar com igual lentidão, pensando consigo mesma: “Afinal, é apenas uma membrana. Se com isso posso salvar a vida de alguém, ainda saio ganhando.”
A luz do aposento era tênue; apenas um abajur estava aceso. À sua claridade, Mo Qinghan distinguiu a silhueta de um homem de roupão, de costas para ela, diante da janela panorâmica.
Ela ponderou sobre como cumprimentá-lo. “Sr. He, agradeço por sua generosidade?”
He Zheyu, ainda de costas para Mo Qinghan diante da janela, permaneceu em silêncio, o que a deixou um tanto desconcertada. Suas mãos, ao lado do corpo, apertavam com força a barra do vestido, tentando disfarçar o nervosismo e a inquietação.
“Generosidade?”
He Zheyu repetiu a palavra, soltando uma breve risada antes de dizer: “Isto você está trocando pelo resto de sua vida. Que generosidade há nisso? Nada mais que um negócio.”
As palavras de He Zheyu feriram Mo Qinghan, afinal, ninguém se sentiria confortável sendo tratado como mercadoria. Ainda assim, quando falou, sua voz soou despreocupada.
“Então, enquanto mercadoria, poderia eu tomar a liberdade de usar seu banheiro? O cheiro que o ônibus e o metrô deixaram pode prejudicar o valor do produto.”
Só então He Zheyu se virou, lançando-lhe um olhar