Setelah sakit parah, seluruh ingatan Mian Tang mengenai kehidupan setelah pernikahannya lenyap bagaikan gulita yang menyelimuti kedua matanya. Beruntunglah, suaminya, Cui Jiu, berwajah rupawan laksana
A vila de Lingquan era célebre em todo o Grande Yan como um renomado polo de produção de porcelana, atraindo diariamente comerciantes de todas as partes do país. O valor dos títulos de propriedade dos imóveis locais acompanhava tal prosperidade, crescendo de forma vertiginosa, mas ainda assim não conseguia conter o fluxo incessante de forasteiros que ali buscavam o próprio sustento.
Eis que, em pleno fevereiro, quando a relva desponta e os pássaros chilreiam entre as brisas primaveris, uma nova carruagem adentrava a Rua Norte de Lingquan, fazendo ecoar seus cascos sobre o empedrado antigo.
Entre os casebres da vila, donas de casa reunidas à sombra, entretidas em costuras e bordados, não resistiam à curiosidade e esticavam o pescoço para observar a quem pertenceria a casa de telhas azuis, há tanto tempo desabitada, que agora recebia novos moradores.
A carruagem deteve-se diante do portão algo envelhecido. Uma mulher de rosto escuro e magro desceu pela traseira, retirou um banco baixo enfeitado de flores de ameixeira e, estendendo a mão, ajudou a sair de dentro da carruagem uma jovem de dezoito primaveras, vestida com uma túnica de seda de tom cinzento-azulado.
Curiosamente, essa jovem apoiava-se numa bengala de bambu, daquelas usadas para subir montanhas, e, amparada pela criada, desceu do veículo com lentidão e delicadeza.
Assim que tocou o solo, seus olhos perscrutaram naturalmente as ruas e vielas ao redor, e os presentes puderam divisar suas feições: sobrancelhas que lembravam montanhas ao longe, envoltas em névoa, e um olhar de uma belez