Di sebuah pelabuhan asing yang penuh teka-teki tersembunyi bahaya yang tak terduga. Kontainer-kontainer berjejer, menguar bau busuk menyengat, sementara para awak kapal yang tiba-tiba terserang penyak
O céu era de um azul profundo, e as águas resplandeciam em tons de esmeralda.
O sol, feroz e implacável, derramava sua luz sobre aquele porto fervilhante de vida.
Nas margens da grande via, acumulavam-se incontáveis mercadorias, formando montes dispostos com precisão, como pequenas colinas alinhadas. Uma fileira de guindastes operava incessantemente, servindo aos navios de carga atracados, seus ruídos mecânicos dissolvendo-se no burburinho caótico que dominava o ambiente.
Veículos e pedestres transitavam de um lado ao outro, ocasionalmente cruzando ao lado de Fu An’an, que, atônita, observava ao redor. Não deveria estar descansando no local onde trabalhava durante as férias de verão? Como então se encontrava em um porto marítimo desconhecido?
A estranheza daquele lugar era onipresente, especialmente diante do fenômeno que lhe surgia: uma tela luminosa flutuava diante dela, sempre a três metros de distância, não importava para onde voltasse o olhar—
[Parabéns, você foi selecionada para o Jogo do Apocalipse. Nove jogadores, além de você, participarão deste desafio de sobrevivência. Esforce-se para permanecer viva durante trinta dias no jogo.
Se lograr êxito, poderá retornar ao mundo real; caso fracasse, morrerá instantaneamente no jogo.
Encare com seriedade o desafio que está por vir!
O jogo desta rodada: Festa Náutica. Haverá vinte mil NPCs jogando com vocês.]
“Fu An’an, por que está aí parada feito uma tola?”
Um homem de rosto quadrado, aparentando quarenta ou cinquenta anos, atravessou o caminho; a tela luminosa desapa